Canto venenosos versos
do meu oculto inverso
para que tu saibas,
da minha ânsia, meu inferno.
Para que possa sentir,
de longe,
meu desejo.
Errôneo ansejo,
que me faz homem.
A pele sem nome
floresce em chama
no inferno da tentação humana.
E você,
peço em oração
Que se reconheces meus versos
e deles despertares ódio,
lembre-se de mim
em todo o ócio.
Por Deus!
Que a pele doente,
Possa despertar
Tua crença demente.
E se mesmo no final
Teus lábios cantarem o trágico
O meu desejo é estável.
E dele canto aos teus proibidos lábios
Tua proibida alma.
Íntimo Desespero
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Zunem
ao pé do ouvido
os gritos do amaldiçoado
ecoados
pela dor
em assasinato
aqui, jaz, ecoados
o arrepio da alma
em pele
pêlos
aflorados
aqui, jaz, o desejo mútuo
mistificado
criado
transfigurado
emanado
à essência
o amargo do seu defunto
teu doce luto
o caminho sem frutos.
Aqui jaz, teu corpo
submundo
tuas flores expostas,
no olímpo dos mortos,
cantam dores
do passado corpo
choram amores
mortos
do reinado remoto.
ao pé do ouvido
os gritos do amaldiçoado
ecoados
pela dor
em assasinato
aqui, jaz, ecoados
o arrepio da alma
em pele
pêlos
aflorados
aqui, jaz, o desejo mútuo
mistificado
criado
transfigurado
emanado
à essência
o amargo do seu defunto
teu doce luto
o caminho sem frutos.
Aqui jaz, teu corpo
submundo
tuas flores expostas,
no olímpo dos mortos,
cantam dores
do passado corpo
choram amores
mortos
do reinado remoto.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
O que falar das linhas
que configuram o corpo
exposto?
sem suficiência
perco-me no meu próprio esporro
sem luz
cego-me as retinas criadas
inversas
em solstício
meus pensamentos ferem minha carne.
tornam-a minha violência saciada
assim canto
do meu corpo
em luto.
o que arde no sepulcro
jaz poesia
sem cortesia
em carne,
humano
feito sobre bases
cansado
limitado.
Além-corpo
jaz Ser
em paz
ilimitado
que configuram o corpo
exposto?
sem suficiência
perco-me no meu próprio esporro
sem luz
cego-me as retinas criadas
inversas
em solstício
meus pensamentos ferem minha carne.
tornam-a minha violência saciada
assim canto
do meu corpo
em luto.
o que arde no sepulcro
jaz poesia
sem cortesia
em carne,
humano
feito sobre bases
cansado
limitado.
Além-corpo
jaz Ser
em paz
ilimitado
segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Já escrito em pele branca
Rasura em cor
O sangue em espessura
Da carne que transa.
Transcende o movimento
Incandescente
Em grossas camadas de dor
Finas texturas sem amor
Do canal alimentado
Digerido,
Saciado,
Na pele
Que sente,
Toca e fere
A pequena fera
Febre demente...
A pele que penetra a pele
Sente o homem que toca,
Em língua,
A textura da carne,
O sal,
Temperatura quente
Sonho demente...
Pêlos em atritos
Que despertam desejos
Antes;
Suprimidos
Anseios...
Aqui,
no peito...
Já não há mais selo.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Não quero a normalidade
Proíbam. Sim,
Proíbam.
Quero sentir vontade
O desejo silenciado
Não quero ter.
Quero querer...
E se for para ter
Que seja com medo
Que seja com pecado.
Seja a dor
Aquilo que se é criado.
Se for para sofrer
Que seja por
Peito meu.
Que seja por desejo teu.
Abram as cortinas cordialmente
delicadamente.
Não abra o todo seu.
Ardem em desejo
Não legalize
Construído já está
No corpo,
mente,
espírito,
O que nem santo desfaz.
Não.
Não quero saber
Quero perceber
Aos poucos te absorver...
E se for pra ser
Que se troque
No plástico o espelho seu.
Troque-se;
Eu's.
E ore por desejos teus.
domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Olhos em febre
Ardem a pele que esfola.Esferas camadas
Escondem a feraQue espera....
Sombras, pele que afaga.
Memórias... Mente que fala.
Que o mal esteja.
Taverna que solidão anseia
No seio, peito... Oh amor...
Meu realejo.
O que eu escrevo e não vejo.
Pecados íntimos
Crucificados pela pureza
Sóbria natureza...
Sol, desperte os limites
Abra meus cantos fúnebres
Que em reza se reveza
Assinar:
Postagens (Atom)